Fabricando Sonhos

Tocando Idéias

terça-feira, 30 de junho de 2009

BF - CHIC - Good Times


CHIC

A historia do Chic começa em 1970 quando Nile Rodgers e Bernard Edwards se conhecem e acabam por formar uma banda de rock chamada The Boys que posteriormente mudou o nome para Big Apple, mas foram impedidos pelo fato de serem negros, então em 1976 eles se juntam ao ex-percussionista das bandas Labelle e Ecstacy, Passion & Pain Tony Thompson e começam a tocar inicialmente como um trio. Mas a banda precisava de um vocalista, e no mesmo ano Norma Jean entra na banda e juntos em 1977 lançam o álbum de estréia auto-intitulado CHIC.

O álbum de estréia foi puro sucesso trazendo canções Disco como Dance Dance Dance e Everybody Dance. O álbum rendeu a banda logo de cara um disco de ouro. Logo após o disco de estréia Nile e Bernard (os cabeças da banda) começam a preparar o disco solo de Norma, o disco foi lançado no mesmo ano com o nome de Norma Jean e trouxe o sucesso dançante Saturday. Ao sair da banda Norma indicou sua amiga Lucy Martin para ser a nova vocalista, mas antes de sair da banda, Norma participou do histórico disco We Are Family, do quarteto Sister Sledge, que era produzido por Nile e Bernard. Com a saída de Norma, Lucy Martin foi admitida na banda, mas não como vocalista e sim como backing vocal, pois a vocalista Alfa Anderson que havia trabalhado com a banda no disco de estréia ganhou o posto.

A Nova Vocalista


No mesmo ano de 78 a banda já com Alfa nos vocais lança um obra-prima da Disco Music, o álbum C’est Chic que ganha o disco duplo de platina e traz inesquecíveis canções como I Want Your Love e a imortal Le Freak (maior Hit da banda). O Chic é considerado a maior e melhor banda de Disco Music de todos os tempos, além de produzirem os próprios álbuns, Nile e Bernard produziram artistas como Sister Sledge, Sheila B.Devotion, Madonna, David Bowie's e Dianna Ross. Alem de influenciarem bandas como a Sugar Hill Gang's, Madonna em especial nos hits Holiday, Into To The Groove, Like A Virgin e Erótica.

Homenagens


Sem duvida o Chic foi a maior inspiração para as bandas da terra da rainha nos anos 80, assim como a maneira de tocar baixo de Bernard e a seção rítmica da banda. Em 19 de dezembro de 2005, a banda foi homenageada no Hall da Fama da Dance Music, além de já terem recebido mais de 4 indicações ao Hall da Fama do Rock’n’Roll.


E Quem Não Se Lembra de...
...I Want Your Love...

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...E
Good Times - Live!!!

video
Por
J.Prazeres

sábado, 27 de junho de 2009

BF - Já Ultrapassamos 2000 Acessos...



Olá Família BlackFactoryana!


O blog em menos de 3 meses já alcançou a marca de 2099 acessos e por isso estou compartilhando essa novidade com vocês.

Fui convidada pelo site da P
reta Jóia a assinar uma coluna sobre Black Music, ela nada mais é que Relações Públicas do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre (Campeã do Carnaval de São Paulo de 2009) e quem quiser conferir aí vai o endereço www.pretajoia.com.br.

Bem, não precisa dizer que estou muito feliz com os resultados do blog, mas como sou polêmica, estou falando um pouco do cenário black daqui do Rio.

O texto foi esse aí abaixo, confira!!!

Amigo JR,

Fiquei muito feliz com o convite para assinar uma coluna no site da Preta Jóia. Principalmente com o convite partindo de você.

Antes de tudo, obrigada pelo espaço e vamos que vamos que o som não pode parar.

Só para elucidar, o meu texto é meio que um desabafo sobre a atual situação que se encontra o Charme no Rio de Janeiro. Mas não perco as esperanças que as coisas irão mudar, pois a música tem o poder de mover o mundo.


A Primeira Vez A Gente Nunca Esquece

Sei que usei uma frase clichê para dar o título ao texto, mas não vejo outra forma de expressar o que senti quando fui ao meu primeiro baile de charme. Antes de frequentar os bailes de charme, eu ia muito aos bailes de “Funk Classics” ou balanço, como eram denominados aqui no Rio no início dos anos 80.

Foi como se eu estivesse entrando num sonho e que até hoje não sai. Não sai do sonho porque neste exato momento, ao escrever este texto, estou ouvindo nada mais nada menos que “Discover” com David Joseph. Nooossaaaa!!! Só de pensar me arrepio. Os salões do Cessp-Rio no centro do Rio de Janeiro, Mackenzie no Méier, Cine Show e Portelão ambos em Madureira, Vera Cruz no baixo Abolição, Bola Preta na Cinelândia em pleno centro da cidade, Disco Voador em Marechal Hermes... Enfim... Vinham abaixo ou como costumávamos dizer:

- Quéeeebra tuuuddooo DJ!

Os passos marcados no salão, as roupas vincadas, os sapatos no trato, pretas belíssimas, os pretos cheirosos, a gentileza ao chamar a dama para dançar e o carinho com a mesma eram sem igual.

Passado os anos, participando ativamente do movimento charme, me sinto triste ao ver a demanda do público dos grandes bailes, que na verdade, não existem mais. Não existe mais um evento black que seja referência no segmento, o que acontece por aqui são festas isoladas onde comida e bebida são liberadas ou então os “Happy Hours” nos bares e nas ruas. Na boa, sinto uma tristeza ao ver o cenário atual. Não sei o que aconteceu com a criatividade para divulgar os eventos, pois é sempre o mesmo texto nas filipetas distribuídas.

“Festa XYZ”
Apresenta
A Festa do Rola Tudo Com Comida e Bebida Liberada

Nada contra esses eventos, mas a sensação que tenho é que o público que participa desse tipo de reunião, frequenta somente para comer, beber e não para celebrar a música ali tocada, fazer contatos profissionais ou rever amigos. A falta de qualidade nesses eventos isolados, o descaso com o público, a falta de criatividade na divulgação, a falta de sensibilidade de alguns DJ`s em suas sequências com músicas repetidas e principalmente a falta de profissionalismo de uma boa parte dos organizadores fazem o segmento estagnar. Com essa estagnação, acontece o esvaziamento de bailes que ainda resistem ao modismo como é o caso do Viaduto de Madureira, o único que ainda é referência nos dias de hoje.

Por que não dão continuidade aos eventos já existentes? Por que não fazem o mesmo evento com uma nova roupagem? Por que esses eventos, sendo totalmente atuante em áreas do subúrbio, não têm uma responsabilidade social local?

Então vou tentar explicar:
A origem deste estilo remonta uma época paralela à Soul Music, nos anos 70, cuja execução no Brasil foi realizada por DJ`s como Mister Funk Santos. O charme tem mais do som da Filadélfia pelos arranjos e melodia do que propriamente do Soul, afinal, tratava-se de uma terceira vertente depois do Soul e o Funk.

No final de 76 a Soul Music dava sinais de desgaste, seja pela pulverização do repertório ou pela não renovação do seu público. O segundo e definitivo golpe sofrido pela Soul Music foi dado pela revolução trazida pela Disco Music em 1977.
Por ter sido um movimento mundial, a Disco Music mudou o comportamento, a moda e a cultura dos jovens da Zona Norte do Rio e boa parte de Brasil. Em 1980 a Discoteca se enfraquece como movimento de "dança coletiva", abrindo espaço para o "pop orientado" das gravadoras multinacionais instaladas no Brasil, deixando, por assim dizer, um vácuo musical nas equipes de som do subúrbio do Rio.

O Corello aproveitou esse "hiato" musical e experimentou músicas e estilos não percebidos por outros DJ's da época. O termo Charme (R&B) foi criado por Corello DJ, no Rio de Janeiro, em março de 1980. O DJ Corello começou na época a fazer experiências de outras formas de Black Music, introduzindo a musicalidade do Charme e as pessoas começam a gostar. Ele não tinha dado um nome para essa experiência, mas observou que quem dançava tinha um movimento corporal bem diferenciado e foi em um baile no Mackenzie, no bairro do Méier, que o DJ Corello convida:

“Chegou à hora do charminho, transe seu corpo bem devagarzinho”

Essa estória do “charminho” ficou na cabeça das pessoas e elas passaram a falar:

“Agora eu vou pro Charminho, vou ouvir um Charme”

Com isso, vários DJ's aderiram ao estilo e passaram a tocar nos seus bailes, set`s de charme como o Renascença Clube, Cassino Bangu, CCIP de Pilares, Grêmio de Rocha Miranda, até a equipe Furacão 2000 tinha o seu bloco de charme.

Em 1985, nascia a equipe “Só Mix Disco Club” a nº. 01 do Charme, tendo como membros dessa união Corello, Fernandinho DJ e DJ Loopy. Estes DJ`s dominaram por muito tempo o cenário black nos subúrbio do Rio de Janeiro com seus discos raros e de difícil acesso. O templo do charme, por muito tempo, foi o Grêmio Recreativo Vera Cruz no bairro da Abolição - RJ, depois veio o Cine Show e Portelão ambos em Madureira.

O movimento teve seu ápice com as apresentações internacionais de Glenn Jones, Sybil, Curtis Hariston e Omar Chandller. Não posso deixar de citar o famoso baile do Disco Voador, localizado no bairro de Marechal Hermes, tendo no comando das carrapetas os DJ's Claudinho Careca e Orlando da equipe “Cassino Disco Club”, que faziam a festa aos domingos com a casa sempre lotada.

No rádio, o charme entrou no ar em 1980 com o programa -
“Trop Music” na antiga rádio Tropical FM com o Dj Markão, Robson França na locução e o DJ Marlboro na coordenação. Quase na mesma época, rolava o programa “Ritmos de Boate” pela extinta Rádio Mundial AM/860, diariamente a meia-noite tendo a produção de DJ Loopy. Em 1983 surge o programa “Só Mix 98” na rádio 98 FM com Fernandinho DJ e Corello DJ estréia o seu programa na rádio Jovem Rio FM com o programa “Mix Mania” no ano de 1984. A rádio Cidade FM teve sua participação com dois excelentes programas de Charme, o “Cidade Quiet Storm” apresentado por Kaká e o “Night Fly”, ambos dedicados ao estilo mais romântico do charme... o Quiet Storm e o Slow Jam. Vários outros programas foram voltados ao charme como “Balanço da Manchete”, “Clube do Som”, “Special Charme”, “Som na Caixa”, “Charme Pan” com Fernandinho DJ, “Soul Charme” com os DJ's Arthur e PC, “Black Beat” com DJ Loopy e Corello DJ com o “Seis e Dance” ambos na RPC.

Falei um pouco do antigo cenário para ficar aqui entendido a luta de um movimento que começou na década de 60 com o movimento “Black Rio” e se estende até hoje. Sem esses caras aí de cima o charme não existiria. Eles fizeram e ainda fazem a parte deles. E você?

Com toda essa trajetória do Charme nos clubes e nas rádios do Rio de Janeiro, falo para vocês que "Charme não é moda e sim estilo de vida”.

Mas será que o Charme vai precisar mudar de nome para ser referência novamente?

Até a próxima.

BF - O Tempo Passa e A Saudade Fica!


O Bom é Que Fica A Saudade !

quinta-feira, 25 de junho de 2009

BF - Michael Jackson...O Regresso Que Não Aconteceu !!!



Morre Michael Jackson aos 50 anos!

Este ano, a voz de "Thriller" tinha anunciado um regresso em grande estilo...
50 concertos em Londres e começariam em breve.

Alinhar ao centroO cantor e compositor Michael Jackson, 50, morreu na tarde desta quinta-feira (25), após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, em Los Angeles. Segundo o jornal "Los Angeles Times", os médicos do hospital da Universidade da Califórnia confirmaram a morte do cantor, que teria chegado ao local em coma profundo.

De acordo com o jornal, Jackson não estava respirando quando os paramédicos chegaram a sua residência, em Holmby Hills, por volta das 12h20 (horário local). Michael recebeu uma massagem cardiopulmonar ainda na ambulância e seguiu direto ao hospital da Universidade da Califórnia, que fica a dois minutos da casa do cantor. O cantor estava preparando sua volta aos palcos para uma série de 50 shows em Londres, a partir do dia 13 de julho, com ingressos esgotados.

Michael Joseph Jackson nasceu em 29 de agosto de 1958 em Gary, Indiana. Quinto filho do metalúrgico Joe Jackson, Michael mostrou seu talento para a música e para a dança muito cedo. Ele começou sua carreira nos anos 60, aos cinco anos, com o grupo Jackson 5, formado também pelos seus quatro irmãos mais velhos. Desde a pré-adolescência, quando a banda lançou os primeiros discos, o cantor se tornou uma das figuras mais conhecidas e adoradas da música norte-americana.


O estouro solo veio em 1979, com o quinto disco dele, "Off The Wall", que, graças a uma empolgante e original mistura de disco, funk e pop, abriu caminho para o que o cantor viria a se transformar nos anos seguintes.

Na década de 1980 lançou dois de seus melhores discos, "Thriller", de 1982, e "Bad", de 1987, e consolidou a posição de superastro. Foi aí também que surgiu a imagem de um artista de hábitos e atitudes cada vez mais estranhos. É o exemplo perfeito de criança-prodígio que, cada vez mais famosa e idolatrada, acaba por criar um mundo próprio distante da realidade. Ao mesmo tempo em que batia recordes de vendas com "Thriller" --que segundo o livro "Guiness" vendeu entre 55 milhões (segundo a gravadora Sony e a associação de gravadoras dos EUA) e mais de 100 milhões de cópias (de acordo com empresários do cantor)--, colocava sucesso atrás de sucesso nos primeiros lugares das paradas e lançava moda entre os adolescentes de todo o mundo com suas roupas e coreografias, em especial o "moonwalk". Mas Michael era motivo de especulações pela sua postura infantilóide, modificações profundas em seu rosto e branqueamento de sua pele.

Nos anos 80, dizia-se até que o cantor dormia em uma câmara hiperbárica para retardar o envelhecimento. A partir do início dos anos 90, os fatos sobre sua vida particular já chamavam muito mais atenção do que sua música --que, diga-se, nunca mais repetiu a genialidade da trilogia "Off The Wall", Thriller" e "Bad". Por mais que lançasse discos de modo superlativo, como o fez com "Dangerous", em 1991, o que atraía o público eram as histórias sobre o megalômano rancho Neverland, na Califórnia, e a preferência do cantor por estar sempre acompanhado de crianças, entre elas o então ator mirim Macaulay Culkin, astro do filme "Esqueceram de Mim".

quarta-feira, 24 de junho de 2009

BF - Era Disco X Brasil - A Influência


Era Disco X Brasil
A Influência


A Disco Music resgatou o desejo pela dança através do "clássico" Os Embalos de Sábado à Noite, estrelado por John Travolta. Quando o ator vestiu seu famoso terno branco e jogou o braço para o alto, a discothéque estava vivendo um período de iminente decadência, mas voltou a ser moda com todo o pique e reavivou o espírito de festa que faz parte do gênero dance music. Símbolo incontestável da Disco Music, o ator se tornou o Deus das discotecas e das mulheres da época, além de exemplo para os homens, o filme lançou um novo verbo que foi conjugado internacionalmente .... “travoltear”.


John Travolta ganhou imitadores nos quatro cantos do mundo. Era a febre das discotecas que assolavam o mundo. Este fenômeno trouxe um novo balanço para a música pop, assim como gênios da música eletrônica, cujo maior expoente da época foi Giorgio Moroder (descobridor da “Rainha das Discotecas” Donna Summer). A discoteca virou um dos símbolos supremos do período, o templo onde se cultivou o narcisimo mais delirante, onde o corpo ganhou suas maiores homenagens.


Aqui no Brasil, tivemos alguns artistas que embarcaram nessa onda que fez a cabeça de muitos que curtiram a “Era do Brilho”. Lady Zu em 77, com "A Hora do Leão", incendiou as pistas de dança. Mas seu grande sucesso viria um ano depois no álbum "A Noite vai Chegar" e com "Lady é Meu Nome".

Neste mesmo ano surgia o grupo vocal feminino “As Frenéticas”, grupo formado por seis mulheres cantando "Perigosa" de Rita Lee. Mas a fama chegaria mesmo com "Dancin’Days”, tema da novela de mesmo nome da Rede Globo.


Então Vamos Matar as Saudades de

Lady Zu...

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...Da Abertura de Dancin Days...

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...E das Frenéticas!!!

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Bjs Me liga!!!
J.Prazeres

terça-feira, 23 de junho de 2009

BF - Alexander O`Neal



Alexander O'Neal

Nascido em 15 de novembro de 1953, em Natchez, Mississipi, é um cantor americano com um estilo retrô ao cantar o Soul, o pop moderno e as baladas românticas.

Ele fez alguns apoios vocais para outros artistas como: SOS Band – Em "The Finest" e Cherrelle – Com os hits "Saturday Love" e "Never Knew Love Like This"

Então vamos matar as saudades
com esse
vozeirão maravilhoso!!!!!

Com vocês

"Never Knew Love Like This"



J.Prazeres
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BF - India Arie - Amor e Filantropia


India Arie

Filha de produtor e músico. Conhecida e amada por seus fãs, uma poetisa ao escrever as suas letras e adorada por seus músicos é o seu lado filantrópico que mais chama a atenção.
As letras harmoniosas falando sobre o amor, têm inspirado e motivado pessoas no mundo inteiro.
Com o seu primeiro single "Vídeo" ganhou CD de platina, o álbum de lançamento “Acoustic Soul”, lançado em 2001, fez a música de Índia estabelecer um extraordinário vínculo de confiança, afetividade e comunicação com seus seguidores.
Como embaixadora da UNICEF, ela viajou para a África várias vezes para saber mais de perto os problemas da AIDS.

India Arie

Mais Uma Fazendo a Sua Parte!

Segue Vídeo e a Tradução

de

“I`m Not My Hair” com Índia e Akon

Akon
Eu me lembro que há uns anos
Eu era pequeno e sempre fui negro
Modifiquei o meu cabelo, até o alisei
Já deixei a parte de cima cacheada e tudo o mais
Queria que gostassem de mim
Os caras de dread nunca têm chance
Fui direto para o barbeiro fiz um peteado que os
Deixou malucos
Eu não conseguia emprego
O mundo corporativo não emprega quem usa dread
Pensei nos meus parceiros
E entendi porque eles têm queroubar
Foi o cabelo que me trouxe até aqui com essas garotas,
Esse dinheiro e esses carros?
Detesto dizer isso, porque parece mentira
Mas o sucesso não veio até eu cortar tudo

India
Garotinha de cabelo encaracolado
Aos 8 anos eu tinha cachos da moda
Aos 13 fiz um relaxamento
Eu era motivo de tanta risada
Aos 15 eu me rebelei
Aos 18 os meus cabelos eram naturais
Em fevereiro de 2002
Eu fiz o que eu tinha que fazer
Porque era hora de mudar minha vida
De me tornar a mulher que sou por dentro
Em 97 eu tirei o dread me olhei no espelho e pela
Primeira vez vi que...

Refrão
Eu não sou o meu cabelo
Eu não sou esta pele
Eu não sou as suas expectativas
Eu não sou o meu cabelo
Eu não sou esta pele
Eu sou a alma que está no meu interior

India
Um bom cabelo tem curvas e ondas
Um cabelo ruim faz você parecer uma escrava
Na virada do século é hora de redefinir quem nós somos
Você pode raspar tudo como uma beleza sul-africana
Ou ter dreads como Bob Marley
Pode ter cabelo liso como a Oprah Winfrey
O que importa não é o cabelo, e sim o seu interior

Akon
Se você não gosta disso não é problema nosso,
Não temos nada a perder
Os tiras querem me pegar por causa do meu cabelo
Nunca vi isso na minha vida
Você tem que mudar esses sentimentos
Parar de julgar os outros pela aparência
Índia, sei o que você está dizendo
Agora vá falar para o resto do mundo

India
O penteado que eu uso faz de mim uma pessoa melhor?
O penteado que eu uso faz de mim uma amiga melhor?
O penteado que eu uso determina a minha integridade?
Estou expressando a minha criatividade

O câncer de mama e a quimioterapia acabaram com a glória dela
Ela prometeu a Deus que se sobrevivesse
Aproveitaria cada dia da sua vida
Na televisão os olhos de diamante dela estão brilhando
A cabeça está careca como uma lua cheia e brilhante
Ela canta para o mundo inteiro dizendo

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J.Prazeres

quarta-feira, 17 de junho de 2009

BF - Disco Music x Mulher



A Liberdade Desejada

Os anos da Disco foram chamados de Era do Brilho, época em que as mulheres se impuseram frente à uma sociedade machista e utilizaram-se de figurinos sexy e luxuosos para demonstrar também a sua importância e seu esplendor para todos que as discriminavam.

As músicas com os arranjos feitos por instrumentos de cordas e sopro deram um suporte para uma impostação de voz feminina de forma que elas começaram a ganhar liberdade para interpretar as músicas ao seu modo. A beleza que a música Disco ganhava com a participação feminina favorecia a queda de antigos preconceitos da sociedade contra elas. Isso quando as letras para vocalistas femininas, antes caracterizadas pelas incertezas, melancolia de espírito, indecisão traziam na época mulheres inteligentes, controladoras do seu próprio destino e decididas. Música como "Queen of Disco", de Ruby Andrews; "Catch Me on the Rebound" de Loleatta Holloway’s e "I Will Survive" de Gloria Gaynor, são exemplos de músicas em que as chamadas divas da Disco interpretavam mulheres absolutamente independentes.

Além das mulheres, outros grupos que antes foram discriminados começavam a ganhar mais liberdade. A Disco Music revolucionou a maneira das pessoas se socializarem levando-as ao fantástico mundo da discoteca onde pela primeira vez na história pessoas de todas as idades, diferentes origens étnicas e orientações sexuais podiam olhar para frente e serem atendidos com dignidade.

E Para Comemorar Essa Liberdade...

...I Will Survive

Gloria Gaynor


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J.Prazeres

BF - Thinking About Your Love

Olá Família!!!


Hoje estou no meu momento Kenny Thomas e posto para vocês

"Thinking About Your Love".


Vamos matar as saudades
e
Pensar sobre o Amor.

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J.Prazeres

BF - Kenny Thomas - Destiny



Kenny Thomas

Nascido em 12 de Setembro de 1968, em Islington, Londres. Cantor de Soul Inglês , detentor de uma voz ímpar e com o mais puro timbre negro. Esse branco chamado Kenny Thomas, regravou ¨Oustanding¨ do grupo Gap Band, mas foi com ¨Thinking About Your Love¨ que se destacou. Descoberto em 1991, coleciona outros sucessos como “Stay”, “Best Of You", “Destiny” e outros.

Como não poderia deixar de fora...fica aqui a minha dica.

Com Vocês

Kenny Thomas

em

“Destiny”

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BF - CUFA - Informe



CUFA

Central Unica das Favelas

Convida a todos os interessados a participarem de suas Oficinas Esportivas
e
Culturais.

As aulas acontecerão sob o Viaduto Negrão de Lima em Madureira - RJ


AULAS
INTEIRAMENTE GRATUITAS!


Oficinas

Capoeira - 2ªFeira - 14:00 AS 15:00

Basquete de Rua - 3ª a 6ª Feira - 16:00 AS 18:00

Skate - 3ª e 5ªFeira - 18:00 AS 20:00

Break - 4ªFeira - 18:00 AS 20:00

Informações

Base do Viaduto: 21.2489-4996.

CUFA

Mais Uma Fazendo a Sua Parte!



J.Prazeres

terça-feira, 16 de junho de 2009

BF - Disco Music x Moda



Disco Music x Moda


As roupas foram uma grande marca da Disco Music, as cores espalhafatosas, os brilhos dos lamês e strass (tecidos das roupas ) mostravam que a época era mesmo da noite.

Como em qualquer movimento cultural, o vestuário trazia um simbolismo, uma mensagem. Com a disco, durante a Era do Brilho, as roupas e maquiagens glamourosas expressavam a alegria, a energia do espírito e a busca pela diversão. O cetim e a seda utilizados evocavam o glamour dos anos 20 que complementados pela moda cor traziam esplendor e cintilância para quem as usasse. O jeito sexy de se vestir foi totalmente incorporado ao figurino feminino, os tops USA, vestidos frente única, calças boca de sino, coladas e transparentes foram um escândalo que abriram espaço para que as mulheres hoje tivessem mais liberdade para escolher o que vão vestir.

A moda disco foi inspiradora para motivar os jovens a vestir suas roupas e querer tornar-se reis e rainhas da pista de dança. Para isso, além de roupas luxuosas precisariam também saber dançar a Disco Music muito bem. A moda disco foi tão forte que até nas próprias discotecas haviam cabines de trocas para as pessoas pegarem suas "roupas de dança" e seguirem direto para agitar nas pistas. Foram inúmeras peças que surgiram na época, sapatos plataforma, meias lurex, lantejoulas, purpurina, shorts entre outras.



J.Prazeres




BF - Studio 54 x Disco Music



Studio 54

Studio 54 foi uma lendária discoteca localizada em Manhattan, Nova York. Inaugurada em 26 de abril de 1977, encerrou suas atividades em março de 1986.

No final dos anos 70, na Rua 54, no centro de Manhattan, um estúdio de televisão abandonado incendiava a vida noturna de New York com um fervor que lhe trouxe uma reputação internacional como a mais louca boate de todos os tempos. Studio 54, fruto da imaginação do empresário nascido no Brooklyn, Steve Rubell, encarnava o coração e a alma da época e, de um momento para o outro, se transformou no endereço noturno mais célebre de que se tem notícia. A onda disco estava no auge e, dentro das paredes do Studio 54, toda a decadência e excesso da época - drogas, música, moda, abandono pré-AIDS, fofocas e celebridades - estavam em exposição em deslumbrante e estonteante abundância. O Studio 54 se tornou um local livre de rótulos, atraindo milionários e curiosos, nobres e plebeus, ultrafamosos e ilustres desconhecidos que entravam num êxtase hedonístico - dançando e fazendo amor na melhor festa disco da cidade. O Studio 54 foi, sem dúvida, a maior sensação da noite nova-iorquina de todos os tempos.

Atualmente o local é utilizado pela Companhia de Teatro Roundabout, com 900 assentos e serviço de bar completo.

Várias tentativas de ressuscitar a casa com o mesmo estilo dos anos 70 foram feitas, mas ninguém jamais conseguiu repetir a façanha de Steve.

Steve Rubell

Foi um interessantíssimo personagem da noite "Nova Yorquina", o homem que definiu de uma vez por todas a política de porta nas discotecas. Rubell passava metade da noite na porta da sua disco, selecionando quem deveria entrar, através de critérios que poderiam deixar uma celebridade, seja ela qual fosse, do lado de fora. Muitas foram as vezes que estas foram preteridas a favor de mais interessantes anônimos.

Foi preso em 1980 por burlar o fisco e por envolvimento com tráfico de drogas. O espaço físico Studio 54 ainda existe. Até à bem pouco tempo o local era usado para festas de rádios dedicadas à música "disco". De momento o lugar é o teatro onde é exibida a peça "Cabaret".

O Studio 54 manteve-se até 1986 tendo Steve Rubell morrido em 1989, de AIDS.

O sexo explícito e muitas vezes grupal nas arquibancadas, a indiscriminação das drogas, em particular a cocaína e a moda era a imagem que pontuava esta famosa Discoteca.

Studio 54 é muito importante para a época da Disco Music por passar em seu palco grandes personalidades musicais da época.


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J.Prazeres

BF - KC and Sunshine Band - A Era Disco

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Kc And Sunshine Band

Os KC and the Sunshine Band - grupo musical americano, fundado em 1973. O estilo da banda incluiu funk, pop e disco. As canções mais conhecidas são "That's the Way (I Like It)", "(Shake, Shake, Shake) Shake Your Booty", "Keep It Comin' Love", "Boogie Shoes", "I'm Your Boogie Man", "Give It Up", "Get Down Tonight" e "Please Don't Go".


Então galera!!!

Vamos matar as saudades com o clip acima.


KC and Sunshine Band

in

That's The Way (I Like It)



JPrazeres