Fabricando Sonhos

Tocando Idéias

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

BF - Humberto DJ e Suas Histórias!!!

A História que está abaixo é de uma grande amigo Humberto DJ. Achei ótima e resolvi transcrever aqui para vocês. A novidade é que irei colocar o link para o blog dele e lá a galera poderá baixar o playlist, ok?

Beijos Jacqueline




Na foto, acima, Luiz Stelzer no comando dos bailes de soul



Eis aqui uma coletânea com vários hits ao estilo SOUL MUSIC que fez muito "black power" dançar.

Eu mesmo gostando de soul, naquela época, não tinha idade para entrar nos bailes de soul, até porque, eram realizados à noite. Agora, teve uma ocasião no Mackensie, na década de 70, lá pelo ano de 76, onde eu não tive escolha. De fora, na portaria, eu olhava atentamente o equipamento de som onde BIG BOY estava discotecando. Me lembro daquelas caixas. O seu visual era de cartas de baralho, em cada uma delas, sob o efeito da luz negra. Achei aquilo o máximo. Não pensei duas vezes. Fui para os fundos do Mackensie, na Rua Fábio da Luz, e pulei o muro ! Só consegui dançar uma música. Fora alguns cascudos, fui convidado para sair, com toda elegância é claro !
Fonte: TDC

BF - New York City Discotheque


New York City Discotheque


NYC é hoje onde é a W em Copacabana. Era uma das maiores boates que o Rio de Janeiro já teve. Quem assumia os pick-ups nas noites da NYC era Ricardo Lamounier, já falecido. Era um dos points dos adeptos da DISCO MUSIC.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

BF - Alô Galera Paulistana !!!


BF - Minha Homenagem a Vicente Maiolino

RITA RIBEIRO
"É D´OXUM"




É D'oxum
Composição: Anônimo

Nessa cidade todo mundo é d'oxum
Homem, menino, menina mulher
Toda essa gente irradia a magia
Presente na Agua doce
Presente na agua salgada e toda cidade brilha
Presente na Agua doce
Presente na agua salgada e toda cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou importante desembargador
Se dar presente é tudo uma coisa só
A força que mora n'agua
Nao faz destinçao de cor
E toda cidade é d'oxum
A força que mora n'agua
Nao faz destinçao de cor
E toda cidade é d'oxum
É d'oxum aiáiáiáiá, é d'oxum ô, é d'oxum

REFRAO
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar eu vou
Navegar, eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar eu vou
Navegar, eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar eu vou
Navegar, eu vou navegar, é d'oxum

Seja tenente ou filho de pesacador
Ou importante desembargador
Se dar presente é tudo uma coisa só
A força que mora n'agua
Nao faz destinçao de cor
E toda cidade é d'oxum
A força que mora n'agua
Nao faz destinçao de cor
E toda cidade é d'oxum
É d'oxum aiáiáiáiá, é d'oxum ô, é d'oxum

REFRAO

BF - Abdias Nascimento


Abdias Nascimento
"Eu tenho um sonho...

Por Maurício Pestana fotos Januário Garcia

... ainda quero ver o negro mandando nesse país. e vou ver! Acho que ainda vou ver isso vivo. O negro que realizou realmente a construção do país, e não só no sentido material, não só na cana-de-açúcar, no café, no algodão, não somente na produção dessas riquezas, mas o que também construiu a riqueza intelectual, cultural, esportiva". palavras de Abdias Nascimento, de 95 anos, artista, intelectual e, para muitos, o maior ativista do movimento negro no Brasil. nascido em franca, interior de São paulo, em 1914, tornou-se referência quando o assunto é igualdade racial. também político (foi deputado federal de 1983 a 1986, além de senador), seus discursos e ideias no congresso nacional foram todos, sem exceção, sobre a questão racial no Brasil. em 1944, fundou no Rio de Janeiro o teatro experimental do negro (TEN) que ajudou a romper as barreiras raciais no teatro brasileiro formando a primeira geração de atores negros no país. para ele, o sonho de ver negros em postos de direção no Brasil é mais que um desejo pessoal, é um direito. "e não é nenhuma coisa exorbitante!"

Qual o principal desafio que o negro enfrenta nos dias de hoje?
É o negro acreditar no negro. Quando é político, não acreditamos, preferimos votar no outro, quando é um médico, logo olhamos com certo descrédito, se é um jornalista, a mesma coisa. É preciso que acreditemos em nós, no potencial dos nossos irmãos para mudarmos definitivamente esse estado de coisas.

Mas, ao que se deve esse descrédito?
Aos séculos de desmoralização que a mulher e o homem negros foram submetidos aqui neste país, sempre tivemos empregos ruins, desprestigiados, nunca fomos valorizados e remunerados decentemente, nunca investiram em nossas capacidades, também nunca tivemos status, responsabilidade, dignidade. Parece que o negro já nasce incompetente, então, esse aspecto vem de longe, da época da escravidão e transpassou por quase todo o século XX este desrespeito, violação de direitos humanos e aviltamento que a mulher negra e o homem negro sofreram. Fizeram com que nós não acreditássemos em nós mesmos. Fomos submetidos ao desemprego, aos empregos ruins, e isso tem gerado em nós, muitas vezes, um descrédito em nós mesmos.

"O Obama deu uma lavada no brasil! aqui sempre se propagou nos quatro cantos do planeta como sendo o país da harmonia racial. embora tenhamos essa fama, nunca tivemos uma figura de destaque que fosse canonizada pelas urnas"

Então o senhor acha que devemos creditar a esse estado de coisas o fato de ainda não termos criado uma classe econômica e política negra forte no Brasil?
Não tenha dúvidas! Se o próprio negro não acreditar no negro, isso faz com que os negros que tem um pouco mais de destaque na sociedade não deem crédito àqueles que têm menos do que eles. Isso gera um circulo vicioso.

Em pleno século XXI, o senhor não acha que isto está mudando?
Sim, tem aparecido um ou outro caso isolado. Um exemplo que talvez possa ser lembrado é o que estão tentando fazer em São Paulo na Universidade Zumbi dos Palmares. Parece que estão querendo quebrar este tabu, esse preconceito contra a capacidade do negro, inclusive de se organizar em setores como o do ensino. É preciso que os negros acreditem que uma empresa educacional negra funcione para que a coisa vença, para que os negros vençam. É preciso que haja jornais de negros, mais revistas, falta o negro acreditar em sua própria capacidade em gerir negócios na sua própria raça, fazendo coisas importantes e com responsabilidade. Ter uma universidade no Brasil administrada por negros parece pouca coisa, mas não é.

André Rebouças, Cruz e Souza, Theodoro Sampaio, Luiz Gama... por que no século XIX havia mais negros com prestígio nacional como parte da intelectualidade brasileira, do que nos dias de hoje que, proporcionalmente, somos em maior número nas universidades? Onde estão os intelectuais negros de destaque nacional?

Estão enfurnados aí, escondidos fazendo suas coisas, meio envergonhados. Mas nós temos sim um grande número de intelectuais negros. Temos o Joel Rufino dos Santos, por exemplo, temos o Muniz Sodré e vários outros. O que acontece é que muitos estão fazendo o seu trabalho e talvez não estejam sendo destacados pela mídia como deveriam ser.

Continua na Raça

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

BF - Teddy Pendergrass - Alegrando o Céu com Muito R&B


Morre o cantor Teddy Pendergrass

Músico tinha 59 anos e lutava contra um câncer no cólon.
Acidente de carro o deixou paraplégico em 1982.

O cantor de soul norte-americano Teddy Pendergrass, de 59 anos, morreu nesta quarta-feira (13), informou o site do semanário britânico "New Musical Express". Ele estava internado no Bryn Mawr Hospital, na Filadélfia, e lutava contra um câncer de cólon.

O primeiro grupo de sucesso do qual participou foi o Harold Melvin & The Blue Notes, nos anos 60. Em 1976, iniciou sua carreira solo.

Entre seus maiores hits estão as músicas "If you don't know me by now" (regravada pela banda britânica Simply Red), "Close the door" e "I don't love you anymore". Em 1985, Pendergrass também fez um dueto com Whitney Houston na canção "Hold Me", última faixa do álbum de estreia da cantora.

Um acidente de carro em 1982 deixou o cantor paralisado da cintura para baixo, o que o impediu de fazer turnês até 2001 — apesar de continuar lançando álbuns.

"Obrigado a todos os fãs que amavam sua música. Meu pai continuará vivo por meio dela", disse o filho do músico, Teddy Pendergrass II, à BBC News.

Além do filho, Teddy Pendergrass, deixa esposa, duas filhas e nove netos.


Fonte G1




BF - Howard Hewett e Stanley Clark

BF - Momento Naftalina

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

BF - Radio Cidade


Era o dia primeiro de maio de 1977. Era feriado, dia do trabalho, data a qual os trabalhadores celebram em folga. Mas aquele dia era de muito trabalho para os técnicos e profissionais que estavam trabalhando na criação de uma nova emissora FM, no prédio do Sistema Jornal do Brasil.


Essa emissora ganhou o nome de Rádio Cidade - nome inspirado na Radio City of America, a célebre RCA dos EUA - , ocupando a frequência de 102,9 MHz do Rio de Janeiro. Seu perfil era pop, considerado novo para a época e que se baseava no paradão de sucesso norte-americano, nas revistas Billboard e Cash Box.

Antes da fundação a rádio operava em caráter experimental, sob o nome de Rádio Jornal Fluminense FM. Não se deve confundir com a Fluminense FM - a "Maldita"(94.9 MHz) cujo nome jurídico era Rádio Difusora Fluminense FM, mais tarde virou Jovem Rio. A Rádio Jornal Fluminense operava, desde meados de 1976, num edifício na Rua Maestro Felício Toledo, Centro de Niterói, mas quando se virou Rádio Cidade já tinha seus estúdios situados no prédio do Jornal do Brasil, na Avenida Brasil, entre os bairros cariocas de São Cristóvão e Caju.

Segundo Marcelo Delfino, no "Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro", a Rádio Jornal Fluminense teria sido, originalmente, uma concessão ao jornal O Fluminense. Mas, ao ser adquirida a Rádio Jornal pelo Jornal do Brasil, o periódico niteroiense adquiriu outra concessão, que virou Rádio Difusora.

A escolha do nome Rádio Cidade teve origem na natureza do nome Jornal do Brasil. A rádio iria se chamar Rádio Jornal da Cidade, mas o nome foi simplificado para Rádio Cidade. Segundo o diretor-presidente do Jornal do Brasil, Manoel Francisco de Nascimento Brito, o nome sugerido era Rádio Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro", que, ao ser abreviado, virou Rádio Cidade. As vinhetas, gravadas nos EUA, chamavam atenção por sua linguagem modernamente pop e a mais célebre delas era um coro feminino que cantava Cidade...Ôôôôôiiii..." ou "Cidade...Cidadeeee!!!!, esta última com um arranjo orquestral que lembrava o Earth Wind & Fire.

BF - Muito além da motown

O sucesso da empreitada de Berry Gordy Jr. abriu as portas para outros negros fundarem seus selos e darem chance para as criações de novos artistas com uma liberdade até então pouco experimentada

texto Alexandre Duarte / fotos Shutterstock / Divulgação

Desde que o folclorista norte-americano John Lomax entrou nas prisões e nas fazendas do Texas, no começo do século XX, para gravar spirituals, work songs, blues e folks cantados pelos negros nos Estados Unidos, a música nunca mais foi a mesma. John e seu filho, Alan Lomax, foram os pioneiros na gravação de música folclórica norteamericana, que tinha duas raízes: Irlanda e África. Nas gravações apareceram pela primeira vez os registros do que formaria a base da música americana, ou seja, o blues, que se ramificaria inumeráveis vezes em jazz, soul, funk, rock´n´roll, disco e muito mais. Com o surgimento da indústria fonográfica, as gravadoras começaram a pipocar. Norman Granz, Alfred Lion, Ahmet Ertegün, Creed Taylor, Jim Stewart, Leonard e Phil Chess eram alguns dos fundadores de selos musicais importantes que exploravam, basicamente, música feita pelos negros nos EUA, tornando nomes como Ray Charles, Otis Reading, John Coltrane e outros conhecidos mundialmente. Só tinha um detalhe: apesar de todos gravarem em sua maioria artistas negros, os donos dessas gravadoras eram brancos. Nativos ou descendentes de imigrantes, todos se davam bem com os seus músicos e viviam em um ambiente em que a segregação perdia feio para o amor à Música. Mas ainda assim faltava uma base de confiança: uma gravadora capaz de entender todos os anseios criativos e políticos, não só dos músicos, mas do público negro que começava a se levantar contra o sistema estabelecido até então. Nesse momento Berry Gordy Jr. entra em ação.

Continua no link RAÇA

BF - Vejam Esse Blog turbodiscoclub.blogspot.com....Sou sua Fã Humbertooooo!!!!


TURBO DISCO CLUB
NO ATLÁS ATLÉTICO CLUB

Matéria encaminhada por Marcell DJ





A passagem da Equipe Turbo Disco Club no Atlás Atlético Clube é singular e de grande importância para o cenário dançante do início dos anos 80.

Oriunda da famosa boate Gargalo situada no terraço do Shopping do Meier, a equipe Turbo Disco Club em 1981, buscava continuar o seu trabalho na região do Meier, visto que, estava impedida de dar seguimento as suas festas na Boate Gargalo. É nesse contexto, acho que em 1981, que se inicia a atuação da Turbo no Atlás, que era na verdade um clube pequeno e que oferecia somente aos seus associados uma razoável quadra de futebol de salão e um pequeno salão de festas. Situado na rua Villela Tavares, entre os bairros do Meier e Lins de Vasconcelos, o Atlás era um típico clube em formação.

Naquela ocasião, impulsionados pela forte influência dos “Rollers”, a cidade Rio de Janeiro demandava de espaços dançantes onde os adeptos dos patins pudessem curtir um som montados em seus “rollers”. E foi nessa onda que a Turbo Disco Club acabou fazendo do Atlás um dos espaços de vanguarda da turma dos patins. A pista rolava aos domingos, tipo matiné, ou seja, abria às 16h e terminava aproximadamente às 22h.

O nível da festa era de altíssimo nível, comparável somente as vibes do Roxy Roller na Lagoa – Zona Sul e da pista de patinação da Hollywood Discotheque no Casino Bangu, na zona oeste. Diga-se de passagem, que a pista do Atlás era considerada pelos patinadores uma das melhores.

O público frequentador era bem variado, era composto principalmente por gente pobre, como eu, e a típica classe média do bairro do Meier. Lembro-me que em função da patinação, a festa tinha uma freqüência de mulheres alta e sempre estava cheia de gatas. É legal registrar, que era comum aparecer também muita gente da zona sul, visto que a pista e som eram de primeira.

Não lembro exatamente do som em termos de equipamento, mas ficou na minha memória, 8 caixas grandes tipo 4520, distribuídas na lateral da quadra, que eram alimentadas por 2 PM 5000 Polivox e 2 A1 Gradiente, não lembro das pick ups, mas acho que eram da Technics que ligados à um mixer da Tonos compunham o espaço do DJ, que trabalhava ainda de costas para pista e entre as caixas de som.

Por lá passaram vários DJs, mas os que ficaram na minha lembrança foram o Robson Vidal (foto)(onde iniciou a sua carreira como DJ) e o Mario, que, na minha opinião, foi o que mais vingou, pois, era o que tinha mais técnica e apurado gosto musical. Só sei que ele tocava muito. Aliás, esse tal de Mário era um camarada caladão, quase não falava com ninguém, tinha pinta de surfista marombeiro e namorava uma morena, um espetáculo de mulher que morava próximo à minha rua no Lins, Ahhh! Dela eu lembro bem.

Curiosamente, onde está o Mário, o camarada sumiu, ninguém mais sabe dele, cadê o cara? Já perguntei por ele ao Robson Vidal e ele também não sabe do paradeiro do DJ.

Nas caixas muita disco funk (charme-r&b), uma pitada de rap (break na época) e sempre os hits nacionais que tocavam na Rádio Cidade. Portanto, tive o privilégio de escutar, Whispers, Destiny, Earth,Wind & Fire, Kool & The Gang, Midnight Star, Odisey, Shalamar, Confunk Shun,Skyy, Cameo, Imagination, misturado com Grand Master Flash, Sugar Hill Gang, Kurtis Blow, Africa Bambata (aliás foi no Atlás que escutei “Planet Rock” pela primeira vez), rolava até Kraftwerk. Para quebrar um pouco e agradar a mulherada sempre tinha a sequência com Rita Lee, Ney Mato Grosso e Guilherme Arantes e outros. Enfim, a pista de patinação sempre estava cheia, e aqueles que não tinham patins ou não gostavam de patinar, a curtição também era garantida pelo bom ambiente proporcionado ali.

Entre os destaques da festa do Atlás, lembro-me de uma bela apresentação, como convidado, do DJ Memê, ainda no início da carreira. Na época, acho que 1983, o Memê já tocava na boate Papagaio e no Roxy Roller.

Não sei exatamente quando o baile acabou, acho que foi por volta de 1985 e o motivo foi a própria queda da moda dos patins. Aos poucos os patinadores foram acabando e a festa foi sendo encerrada.

Recentemente, fiquei sabendo que o terreno onde existia o Atlás foi vendido para a construção de um condomínio. Não sei se é verdade, mas se aconteceu de fato a venda, vai abaixo o concreto, mas a memória viva dos dias vividos no clube permanecem.

MARCELL DJ

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

BF - Beyoncé in Brasil



Grande diva da música pop internacional, a cantora traz sua turnê mundial ao Brasil .
Em fevereiro, pela primeira vez no Brasil

Uma das maiores estrelas pop da atualidade, a cantora norteamericana Beyoncé finalmente se apresentará, pela primeira vez, no Brasil. Sua turnê internacional “I Am...Tour”, um mega espetáculo aclamado pela crítica internacional, chega ao Brasil em fevereiro. Poucos artistas contemporâneos chegaram tão longe em tão pouco tempo. Beyoncé Giselle Knowles – mais conhecida simplesmente pelo seu primeiro nome - conseguiu, em pouco mais de 10 anos, transformar-se em uma lenda da música pop.

Cantora, dançarina, compositora, arranjadora, produtora e atriz, Beyoncé vendeu mais de 50 milhões de discos com o Destiny’s Child e mais de 25 milhões em sua carreira solo. Já ganhou dez prêmios Grammy (sete em carreira solo e três com o Destiny's Child), atuou em vários filmes e foi indicada ao Globo de Ouro. "Beyoncé Knowles é uma tempestade disfarçada como cantora. Você teria que pesquisar muito para encontrar um vocalista que cante com a sua força.

Ninguém pode se igualar ao gênio de Beyoncé cantando hip-hop", explicou o crítico Jody Rosen da revista Entertainment Weekly. Pois “a tempestade” está chegando ao Brasil: em fevereiro, ela se apresenta em Florianópolis (dia 04 no Parque Planeta), São Paulo (dia 06, no Estádio do Morumbi), Rio de Janeiro (dia 07 na HSBC ARENA) e Salvador (dia 10 no Parque de Exposições de Salvador).

O show de Beyoncé tem duas horas e meia de duração, uma dezena de bailarinos, uma banda formada só por mulheres (a “Suga Mama”) e um trio vocal (“The Mamas”). O telão é gigante, Beyoncé voa no palco sustentada por cabos de aço, troca de roupa 10 vezes – todos os figurinos assinados por Thierry Mugler - canta todos os seus sucessos e ainda relembra, em um medley, os hits do Destiny’s Child. A crítica internacional o considerou um dos melhores shows do ano.

Desconto Clientes HSBC

Os clientes HSBC tem desconto de 15% na compra do ingresso inteiro na Bilheteria da HSBC Arena. Cada cliente pode comprar até 04 ingressos. O desconto não é válido para meia entrada e só é obtido na compra feita diretamente na bilheteria.

Bilheteria HSBC Arena - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca

Nas apresentações de São Paulo e Salvador, Beyoncé vai dividir a noite com a cantora brasileira Ivete Sangalo. O show na capital baiana marca ainda a abertura do Carnaval da cidade. O show de Beyoncé tem duas horas e meia de duração, nas quais a cantora mostra seus grandes sucessos da carreira solo, como "Single Ladies", "Crazy in Love", "If I Were a Boy" e "Halo", além de um medley com os hits do grupo Destiny's Child. No palco, a estrela norte-americana é acompanhada por dez bailarinos, uma banda formada só por mulheres --Suga Mama-- e um trio vocal conhecido como The Mamas. A excursão "I Am...Tour" promove o disco mais recente de Beyoncé, “I Am...Sasha Fierce", que rendeu à cantora dez indicações ao Grammy 2010.




BEYONCÉ EM FLORIANÓPOLIS

Quando: 4 de fevereiro, a partir das 22h

Onde: Parque Planeta


Quanto: de R$ 90 (meia-entrada na pista) a R$ 500 (inteira no setor area gold)
Ingressos: a partir de 21 de dezembro pelo site www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone 4003-1212

BEYONCÉ EM SÃO PAULO

Quando: 6 de fevereiro, a partir das 20h

Onde: Estádio do Morumbi
Quanto: de R$ 35 (meia-entrada na arquibancada) a R$ 600 (inteira na pista premium)

Ingressos: a partir do dia 23 de dezembro na bilheteria do estádio do Morumbi, pelo site www.livepass.com.br ou pelo telefone 4003-1527; a partir do dia 29 de dezembro no Morumbi Shopping (Estacionamento Piso G1).

BEYONCÉ NO RIO DE JANEIRO

Quando: 7 de fevereiro, a partir das 21h

Onde: HSBC Arena
Quanto: de R$ 90 (meia-entrada no setor cadeira nível 3) a R$ 700 (inteira na pista vip)
Ingressos: a partir do dia 23 de dezembro na bilheteria do HSBC Arena, pelo site www.livepass.com.br ou pelo telefone 4003-1527
BEYONCÉ


EM SALVADOR

Quando: 10 de fevereiro, a partir das 21h

Onde: Parque de Exposições de Salvador


Quanto: de R$ 60 (meia-entrada na pista) a R$ 600 (inteira no camarote cerveja & cia)
Ingressos: a partir do dia 28 de dezembro no Shopping Iguatemi, pelo site www.livepass.com.br ou pelo telefone 4003-1527

Fonte: UOL / HSBC Arena

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

BF - Ed Motta - Piquenique



Finalmente chega ao fim a espera pelo décimo álbum de Ed Motta! Piquenique é dançante e muito bem humorado com letras escritas por ele e sua esposa Edna Lopes - com excessão de “Nefertiti” escrita por Rita Lee, remetem a uma viagem incrível e cheia de swing que lembra muito seu outro trabalho "Manual Prático" 97, considerado o melhor disco da carreira do cantor.


Piquenique traz Ed e Silveira na produção trazendo de volta o alto astral característico do cantor. Amor, quadrinhos, cinema noir e humor são os temas que embalarão essa viagem.

Deliciem-se com a faixa que dá título ao álbum e fiquem a vontade!





BF - Jay Z Pretende Abrir Casa Noturna No Brasil






Jay-Z estaria planejando abrir uma casa noturna no Brasil. De acordo com informações da colunista Mônica Bergamo, do jornal "Folha de S. Paulo", o rapper - que é marido da cantora Beyoncé - pode inaugurar uma filial do bar de esportes 40/40.

O bar de esportes 40/40 tem filiais no circuito noturno de cidades como Nova York, Chicago e Las Vegas. Segundo a publicação, o empresário Marcuz Buaiz, casado com a cantora Wanessa Camargo, deve trabalhar ao lado de Jay-Z na filial brasileira.

Segundo especulações da imprensa internacional, o rapper teria desistido do posto de presidente da gravadora Def Jam Records para se dedicar a expansão do bar.

Em notícia relacionada, Cheryl Cole, do grupo britânico Girls Aloud, poderá ter a colaboração de Jay-Z para lançar sua carreira solo nos Estados Unidos. De acordo com o jornal Daily Mirror, o rapper norte-americano está conversando sobre a possibilidade de trabalhar em uma nova música com a cantora.

BF - Beyoncé no Brasil






Os ingressos para apresentação da cantora norteamericana Beyoncé no HSBC Arena na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, estão esgotados. Para o show em São Paulo, no estádio do Morumbi com a participação de Ivete Sangalo, já foram vendidos mais de 50% do total dos ingressos. Em Florianópolis, mais de 30% já foram vendidos somente pela internet. Tickets para a apresentação de Salvador começam a ser vendidos no próximo dia 30.


É a primeira vez que Beyoncé se apresenta no Brasil. A turnê "I Am...Tour" chega ao Brasil em fevereiro. Beyoncé se apresenta em Florianópolis (dia 4 de fevereiro no Parque Planeta), em São Paulo (dia 6 de fevereiro, no Estádio do Morumbi), Rio de Janeiro (dia 7 de fevereiro na HSBC ARENA) e Salvador (dia 10 de fevereiro no Parque de Exposições de Salvador).

Em Salvador e em São Paulo Ivete Sangalo dividirá a noite com a cantora norteamericana, apresentando também seu show para o público presente.

O show de Beyoncé tem duas horas e meia de duração, uma dezena de bailarinos, uma banda formada só por mulheres (a "Suga Mama") e um trio vocal ("The Mamas"). O telão é gigante, Beyoncé voa no palco sustentada por cabos de aço, troca de roupa 10 vezes - todos os figurinos assinados por Thierry Mugler - canta todos os seus sucessos e ainda relembra, em um medley, os hits do Destiny's Child.